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sábado, 16 de outubro de 2010

Sou mãe sim, e dai?

Não é a primeira vez que questionam sobre o fato de defender a inclusão de pessoas com deficiência, a frase é a seguinte: Você diz isso por que sua filha tem deficiência, senão fosse assim você não estaria tão engajada. Isso sem falar naqueles que vão além, e dizem e que eu vivo de ilusão.

Ora, vou confessar aqui, antes de ter minha filha com síndrome de Down eu não me preocupava com essa causa, mas para ser mais sincera ainda,  eu não sabia das dificuldades que essas pessoas enfrentavam  e nem de como elas viviam á margem da sociedade.

Conheci poucas pessoas com deficiência na minha juventude, éramos muito pobres e a necessidade de sustento vinha antes de qualquer problema por deficiência.

Meus vizinhos e amigos tinham o mesmo nível sócio econômico que eu. Lembro que tínhamos um vizinho com uma síndrome rara e que não saia da cama. Íamos com minha mãe toda semana visitá-lo e ficavamos brincando com ele no quarto.

Sempre que recebíamos alguém com deficiência em nossa casa o tratamento era igual ao que dávamos as outras pessoas, por isso apenas o menino que ficava no berço  foi mais marcante. Era natural, eram pessoas como as outras.

Depois que tive minha filha comecei a perceber o quanto as pessoas discriminam seus semelhantes por terem deficiência. Quando falo de inclusão para pessoas com deficiência, falo no desejo de que todas as pessoas também se beneficiem das minhas palavras.

Acreditem ou não, essa é a verdade. Embora tenha dado satisfação, o que nem precisaria, porque sou uma cidadã e tenho direito a me manifestar sobre esse assunto ( e qualquer outro) , quero dizer que defendo a inclusão de TODAS as pessoas em TODOS os ambientes.

E se você acha que é demagogia, vou lhe dizer com toda clareza: Você é tão desinformado quanto eu era.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

O ensino da música na educação infantil

A vida é cheia de sons, por todo canto estamos ouvindo algo, seja rádio, conversas, barulhos de carro, de animais, enfim, uma gama de sons que nos remetem e nos fazem reconhecer vários tipos de situações. Com exceção de alguns que tem algum tipo de deficiência auditiva, os sons nos enchem de informações importantes e emoções, sejam positivas ou negativas.

Trabalhar música na educação infantil é de suma importância para o desenvolvimento cognitivo das crianças, é através da música que ela passa a conhecer e reconhecer seus sentimentos, a música faz com que a criança fique mais tranquila, seja sociável, aprenda regras e condutas. A música quando inserida no contexto da sala de aula é mais uma ferramenta que o professor pode usar para estimular o aprendizado.

Usar instrumentos sonoros pode favorecer a criatividade da criança, não necessariamente precisaremos de intrumentos tradicionais, mas podemos usar sucatas, tampas de panela, e toda sorte de materiais que quando manipulados emitem sons. Deixar que a criança construa seu próprio instrumento pode ser prazeroso e surpreendente, elas poderão nos mostrar uma faceta que ainda não conhecemos e que só é capaz de ser alcançada pelo prazer de fazer e tocar seu próprio instrumento.

Temos diversos autores atuais de música infantil, a maioria das mùsicas reflete a realidade da criança de forma lúdica e prazerosa, mas não podemos nos esquecer das cantigas de rodas, das brincadeiras que se faziam junto com a música que foram passadas de geração a geração e fizeram a alegria de muitas crianças, quem não lembra de Terezinha de Jesus?, hoje considerada ultrapassada nem se ouve mais nas escolas, mas se você perguntar para gerações anteriores, muitos se lembrarão com saudades e um gostinho de infância como se aquilo tivesse acontecido hoje, muitas músicas além dos sons, nos fazem lembrar de pessoas queridas, de cheiros agradáveis e desagradaveis, de muitas sensações que havíamos esquecido com o tempo e aquela determinada música tem a mágica de reviver tudo isso em nossa memória.

O professor de educação infantil deve conhecer seus alunos verificar as necessidades e trabalhar no sentido de supri-las através do conteúdo a ser aplicado. As crianças devem ser estimuladas a fazer e a saber música, dentro da sua capacidade intelectual e cognitiva, como no ensino das artes o ensino da música não pode ser composto de muitas regras, mas sim de estimulo à criatividade .

segunda-feira, 19 de abril de 2010

A educação de jovens e adultos

Em nosso meio existem muitos jovens e adultos que de alguma forma foram privados da escola em algum momento da vida, seja por problemas financeiros, culturais ou até mesmo de deficiência.

Pensando a educação como prática da liberdade, esse contexto nos leva a crer que ainda existem muitas pessoas escravas do sistemas porque são analfabetos ou subletrados.

A EJA ( educação de jovens e adultos) surge como um alento nas classes menos favorecidas, ela se torna um veículo pelo qual eles se tornam equipados para reapropriar-se de sua história, de sua cultura e de suas diversidades linguística.

A alfabetização é a aquisição da lingagem escrita, por um processo de construção do conhecimento, que se dá num contexto discursivo de interlocução e interação, através do desvelamento crítico da realidade, como uma das condições necessárias ao exercicio da plena cidadania. (Paulo Freire)


Para isso é necessário um professor atento a realidade de seu aluno, que instiga e desperta o interesse de aprender. O uso de cartilhas e apostilas para essa modalidade de educação é totalmente desfavorável, uma vez que esses alunos já tem uma história de vida e isso supre de forma abrangente a busca pelo conhecimento.

Para esse público as aulas devem ser dinâmicas, já que na maioria dos casos as pessoas que estão ali tem outras atividades já formalizadas em sua vida, e algumas já chegam completamente cansadas na sala de aula.

O professor deve propriciar a interação com o aluno auxiliando-o a desenvolver toda suas potencialidades.Criar um ambiente agradável é muito importante , as emoções em muito colaboram para um para um bom aprendizado.


O aluno não pode ser moldado ou obrigado a aprender, mas aprenderá aquilo que for atrativo aos seus olhos. Importante que o professor seja sensível quanto a cultura e aos desejos dos seus alunos.

Mais importante ainda, que esse professor além de mediador do conhecimento, seja um sujeito que eduque para a autonomia e liberdade com responsabilidade.Não educando seres que se adaptem à sociedade, mas que acima de tudo eduque para que de forma benéfica e criativa eles possam fazer diferença nela.

terça-feira, 30 de março de 2010

Educação de qualidade e currículo

Nesses últimos anos muito tem se falado sobre uma escola de qualidade para todos, mas o discurso termina aí, poucas ações realmente efetivas tem sido apresentadas e colocadas em prática. Aumentamos em muito a quantidade de escolas e alunos dentro delas, mas a qualidade tem sido posta de lado. A falta de material de todo tipo, salas numerosas, professores sem formação, não combinam a lei e o discurso preciosamente elaborados pelos politícos.

Mas se estamos falando de ensino de qualidade, precisamos antes entender o que realmente é um ensino público de qualidade.

A educação é a apropriação do saber históricamente produzido, é também á prática social que leva a compreensão da cultura e história do homem, para que não se tenha que reiventar tudo novamente. Então deduz se que a educação de qualidade é aquela que forma um cidadão conhecedor de sua cultura, das ciências universais, que consiga aplicar em sua vida o saber adquirido, que saiba pensar por si próprio e seja capaz de interferir em toda a sociedade com seu carater e seus atos.


Para que se chegue a esse conceito é importante que a escola tenha um currículo bem aprimorado que leve em conta as diferenças de cada aluno, e que seja feito , entendido e conhecido por todos da equipe pedagógica.

É o currículo o mediador entre a sociedade e a escola, é ele quem diz como, quando e o que ensinar, portanto sua elaboração deve ser das mais minunciosas. O currículo tem efeito real na formação do educando.È através do curriculo que podemos avaliar qual será o resultado apresentado pelo aluno.Não pode haver boa aula, se não houve aprendizado por parte do educando, portanto nesse caso o currículo deve ser questionado, até que se chegue ao objetivo final que é o real aprendizado do aluno.

Pensando de uma forma histórica o currículo escolar no Brasil foi crescendo e se aprimorando com o tempo, hoje temos um modelo, o currículo Reconstrucionista Social que deveria agir para livrar a escola de seu mal desempenho. Ele entende o homem como fazedor da sua realidade, a partir do momento que ele entende sua ligação com o mundo e com os outros seres humanos, considera o ensino uma atividade crítica em que o educando muito mais do que mero espectador é fazedor da sua própria história. Mas parece que ainda estamos longe disso.

Portanto, como vimos, é possível sim fazer uma escola de qualidade, basta ter em mente que escola é local de formação para a vida, da mesma maneira que devemos ensinar nossos alunos a pensarem , a entenderem ,a questionarem e tomarem decisões corretas, devemos nós também pararmos com discursos repetitivos de desânimo e auto piedade, e entender que o papel do professor é importante, temos uma arma poderosa em nossas mãos, e dezenas de vidas que através de nós podem fazer a sociedade mais justa no futuro.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Diferente dos nossos sonhos


Lamentávelmente  muitos pais tratam seus filhos com deficiência como incapazes.

Nem sempre os filhos são o que sonhamos (ainda bem, senão teríamos um monte de xerox por ai) eles tem suas próprias especificidades.

Mas é necessário que acreditemos neles para que eles se desenvolvam bem.


Pensando em minha filha que tem síndrome de down cheguei às seguintes conclusões:

Não quero minha filha trancafiada dentro de uma instituição 12 horas por dia  nem quero que a tratem como um bebê ou gente de 2ª categoria, na verdade ninguém deveria ser tratado assim.

Quero que ela vá para escola comum como minhas outras filhas, tenha sua vida independente da minha, porque pela lei da natureza eu irei antes dela.

Quero que ela saiba que todos somos iguais perante a lei, que tenha consciência de seus direitos e também dos seus deveres enquanto cidadã.

Quero que ela tenha opinião formada sobre diversos assuntos e seja respeitada nisso. Quero que ela tenha um trabalho que a sustente, para não precisar ficar na depêndencia de alguém.

Quero que  ela cresça  sabendo seus limites e respeitando os alheios.

Enfim, quero o melhor para ela, mas pricipalmente quero  que ela seja do jeitinho que ela é, sem tirar nem por, porque assim são todas as pessoas, ÚNICAS. Na verdade o que desejo para ela não é diferente do que desejo para minhas outras filhas.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Educação especial no Paraná- meu protesto





Deu no jornal de hoje (Folha de Londrina Edição de 08/03/2010 pag 5): Paraná rompe com o MEC e cria seu próprio sistema de educação especial, para oficializar instituições já existentes e criar novas mantidas pelo estado.


Segundo a sra Angelina Mastikei( representante da secretaria de educação do Paraná) é impossível que pessoas com diferenças entre si estejam juntos no mesmo ambiente. Ora, partindo desse pressuposto é óbvio que teremos uma escola para cada cidadão já que somos todos diferentes uns dos outros.

Segundo essa senhora: "Não queremos as escolas especiais sofrendo a angustia de se verem excluídas do processo porque ficaram à margem da legislação".
Quem deve estar comemorando são os professores de educação especial e os responsáveis pelas instituições, afinal terão seus empregos garantidos.

Fiquei muito espantada com tal decisão, uma vez que nosso estado ao invés de progredir, volta no tempo e tenta manter um sistema que nunca deu certo. Mais uma vez as pessoas com deficiência ficarão à margem da sociedade e totalmente excluídas da escola que deveria ser para TODOS.

Como de costume já enviei um email pro referido jornal.Dizem que uma andorinha só não faz verão, mas pretendo ser uma andorinha bem incômoda.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

A inclusão e a formação de professores

Com o avanço da inclusão de pessoas com deficiência na escola comum, cada vez mais tem se falado sobre a formação de professores.

A maioria das escolas dizem que não tem professores aptos para atender tais crianças, que precisam de alguém com formação em educação especial. Do meu ponto de vista o que precisamos não é de professores com formação específica e sim de professores com formação básica bem feita.

Antes da inclusão ninguém falava sobre formação de professores, na verdade nossas crianças estavam jogadas ao léu sem que ninguém questionasse.

Não que não devemos cobrar a formação dos professores, claro que sim, mas há de se convir que exigir formação em educação especial é o mesmo que dizer que nossos filhos com deficiência pertencem a uma outra categoria de pessoas.

Pessoas com deficiência são como as outras, tem seu tempo e forma de aprendizado distintos, aprendem pela motivação e pelas boas práticas dos professores.

Para que alguém aprenda é necessário antes de tudo um professor realmente interessado em ensinar, em observar como cada criança aprende e em mudar atitudes que há muito estão enraigadas na profissão, como por exemplo, a falta de crença que pessoas com deficiência são capazes de aprender.

Não vejo necessidade de um professor com formação em educação especial para ensinar minha filha, e sim em um professor compromissado com a educação e aberto a novas formas de aprender e ensinar.

Não quero de forma alguma desvalorizar os professores de educação especial, mas acho que nesse momento de mudança de paradigmas eles deveriam trilhar pelo caminho de que toda educação é especial e de que toda criança com deficiência ou não, merece uma educação de qualidade.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

O ensino fundamental de 09 anos

Amparadas pela Lei de diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº. 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que já aponta para a ampliação do ensino fundamental, e pela lei nº. 11.274 de 06 de fevereiro de 2006, que alterando a redação de artigos da lei 9.394/96, dispõe sobre a duração de 09 anos para o ensino fundamental, com matrícula obrigatória a partir dos seis anos de idade, muitas escolas já estão se adequando ao ensino fundamental de 09 anos, mas o que temos visto é que muitos educadores ainda não conseguem visualizar benefícios sobre ela.


Lidar com mudanças não é fácil, principalmente se não conseguimos visualizar os resultados, mas todo professor tem de estar aberto a mudanças .A realidade nos mostra que nessa idade (seis anos) ainda vemos na criança a necessidade do brincar,


o brinquedo fala para a criança a linguagem simples da pura materialidade, do puro prazer dos sentidos [...] é que ela (a criança) quer saborear de novo a vitória da aquisição de um saber e incorporá-lo”. (BENJAMIN,1984,P 14)



Aparentemente o que se apresenta de mudança é apenas a ampliação do tempo de permanência das crianças nessa etapa da educação fundamental, o que implica em reflexões sobre a infância, a criança, o papel do professor, procedimentos metodológicos, possibilitando o desenvolvimento de atividades de aprendizagem em sala de aula com jogos e brincadeiras, a elaboração de um novo currículo e de formas mais abrangentes e menos excludentes de avaliação.

A prática durante muitos anos mostra que a necessidade do ensino fundamental não é o tempo de permanência na escola, mas a qualidade desse tempo escolar.


O ensino fundamental de 09 anos deverá ter como característica um currículo que leve em consideração as especificidades humanas e professores que rompam com paradigmas, desfaçam conceitos e, principalmente revejam seus procedimentos e maneiras de avaliação, tendo como alvo à inclusão da criança de seis anos e apesar disso garantindo seu direito de ser criança dentro do ambiente escolar com qualidade.

É hora de refletirmos sobre nosso trabalho, buscar métodos e ações que se encaixem nesse novo horizonte, saber que o conhecimento é fonte de autonomia para nossas criançase fazermos o  nosso melhor.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Uma experiência interessante






Todos os anos antes do fim do ano letivo, faço uma pesquisa de preços nas escolas para ter parâmetros de negociação de mensalidade no colégio das minhas filhas. Ligo em algumas escolas e peço um orçamento das respectivas séries que elas irão cursar.

Nunca havia mencionado o fato da mais nova ter síndrome de Down, porque acho que a escola deva estar aberta a todos sem distinção.


Mas esse ano resolvi mudar, além de falar as séries eu também falava sobre síndrome de Down, e advinhem?

Nenhuma escola se arriscou a dar o preço sem antes conhecer minha filha. As conversas eram sempre amistosas até eu mencionar o fato, daí eles transferiam para coordenadora, supervisora e até diretora, ninguém queria se responsabilizar por informações a esse respeito.

Achei de uma covardia e falta de bom senso tremenda. Um desrespeito sem tamanho ao direito de educação de minha filha.
Ora, ela é uma criança, e a lei diz que ela tem direito a educação. Será que ninguém conhece essa lei?

Porque para outra que não tem síndrome as portas estão abertas e para mais nova tem todo um trâmite ?

Eu não sou ingênua, eu sei que eles acham que criança com deficiência dá mais trabalho, que eles terão que ficar em cima o tempo todo, que elas não aprendem e blá, blá, blá....

Mas eu acho mesmo é que falta competência por parte dessas escolas, e acredito que os tais problemas de aprendizado que eles alegam nas crianças , não passam apenas de um problema de "ensinagem" por parte dos educadores. E tenho dito.

Quanto às minhas filhas, elas permanecerão no mesmo colégio. Eu só queria mesmo era  saber o preço...

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

A postura do professor diante do erro do aluno


O erro faz parte da condição humana, acertar também, mas poucas pessoas acertam sem errar antes.

Num processo real de aprendizado o erro é inerente a todas as pessoas, mas a percepção dele, não. Quando se percebe o erro do aluno o professor deve investigar qual era o objetivo dele quando realizou a atividade, que caminhos ele usou para alcançá-lo, e fazê-lo pensar como atingir seu intento.

Dar respostas prontas, querer que ele atinja o objetivo conforme o professor vê as coisas, restringe o aluno à um mero observador do fato e não a um sujeito atuante nele.

"Nós geralmente descobrimos o que fazer percebendo aquilo que não devemos fazer. E provavelmente aquele que nunca cometeu um erro nunca fez uma descoberta." (Samuel Smiles)

A avaliação do aluno não deve ser feita apenas sobre os acertos dele, seria simplista dizer que apenas os acertos interessam, mas não é bem assim, as experiências que houveram antes dele refletem muito mais como o aluno é, e o que ele é capaz de realizar.

Entender como nosso aluno pensa, instigar sua curiosidade através de atividades diversificadas, aceitar respostas diferentes das nossas dentro do conceito do próprio aluno, faz com que eles se tornem autônomos,confiantes, passíveis de erros, sim, mas também seres humanos capazes de acertar através de suas tentativas e capacidade de raciocinar.

Talvez o único erro dentro da sala de aula seja o autoritarismo do professor em querer mostrar apenas seu ponto de vista e querer que o educando aprenda apenas através da sua ótica.

Muito mais que considerar os erros, o professor deve estar atento à utilidade dele dentro do processo ensino-aprendizagem, saber que o resultado do trabalho do aluno, pode ser um erro dentro do seu ponto de vista, mas um acerto dentro da realidade que esse aluno está inserido.

"Erros, são no final das contas, fundamentos da verdade."
(Carl Gustav Jung)